Unhas de Paulo Wainberg
O Livro:
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Ele era contador, tinha uma vida tranquila de classe média, esposa e filhos, um escritório com secretária e uma rotina sem transtornos. Porém, ao deparar-se com um desconhecido na recepção de um hotel, descobriu sua verdadeira vocação: ser um exterminador de paixões proibidas. Esta revelação mudou a vida deste homem até então tão tranqüilo. Os mandantes do crime são pessoas aparentemente normais, porém, almas atormentadas por uma paixão impossível. Há, por exemplo, o professor e pai de família que apaixona-se por sua aluna e larga todos para viver esse amor. Mas a jovem logo fica entediada e o abandona. Ele não suporta a perda e decide matá-la. Em um clima de suspense, que perpassa todas as páginas do livro, o escritor Paulo Wainberg, prende a atenção do leitor ao mergulhar na mente de um psicopata e não poupar detalhes, mesmo os mais cruéis.
Sobre o autor:
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Nasci privilegiado por gostar de música, de ler, de cinema, de teatro, futebol, filé e batatas fritas.Minha cidade é Porto Alegre, jamais mencionada, mas onde se passam, com raras exceções, todas as histórias que conto, em crônicas, contos e romances. E, eventualmente, em poemas que gosto de praticar.
Quem conhece minha cidade vai identificar, em algum momento, o maravilhoso perfume dos nossos parques, as ruas tradicionais e as pessoas que as percorrem, o povo.
Sou muito jovem. Pouco mais do que uma criança. É como me sinto nestes 65 anos que já vivi.
Principalmente quando beijo Luiza, principalmente quando como sorvete (já fui adepto do de flocos, estou migrando para o de uva), principalmente quando a lua cheia me assusta de tão grande.
Minha maior bênção são os amigos e mais não falo para evitar ciúmes.
Tenho uma linda família. Sou casado há quarenta anos com Aidê, tenho a Tatiana como filha amada que me presenteou a Luiza, a neta que sempre sonhei ter. É com elas que tudo tem graça.
A literatura é um fenomenal prazer: ler e escrever. Mesmo nos momentos mais terríveis, quando tudo tranca, um pensamento me salva: Existe uma palavra para o que quero dizer.
E, quando não existe, invento.
Como sempre acontece quando publico um livro, vai ser um prazer entrar na sua casa e ocupar um lugar, depois, na sua estante.
Até eu te encontrar de Graciela Mayrink
O Livro:
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Como você se sentiria se descobrisse que não gosta da sua alma gêmea?O quanto uma mudança de cidade pode afetar uma vida? Você acredita em alma gêmea? Como você se sentiria se não gostasse do grande amor da sua vida? É o que Flávia vai descobrir ao deixar Lavras, onde mora com os tios desde o acidente que matou seus pais, quando era criança. Aos dezoito anos, ela decide estudar Agronomia na Universidade Federal de Viçosa, trocando o sul de Minas pela Zona da Mata do mesmo Estado na esperança de uma "mudança de ares". Em sua nova vida, ela conhece Sônia, amiga de infância de sua mãe e agora sua vizinha, que lhe conta a história de sua família materna, até então desconhecida para Flávia. Embora o passado não seja sua maior preocupação, Flávia reluta em aceitar seu destino e ainda precisa superar uma paixão não correspondida pelo seu melhor amigo. Para se ver livre dessa rejeição, ela tenta atrair sua alma gêmea para Viçosa e descobre que o grande amor de sua vida é uma pessoa que ela não suporta.
Livro no Skoob
Sobre a autora:
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Nasci no dia 19 de agosto de 1975, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1994 entrei para a Universidade Federal de Viçosa (MG), onde cursei Agronomia. Formei em janeiro de 2000 e fui para Lavras (MG) fazer mestrado em Fitopatologia, onde fiquei até defender minha tese em julho de 2002.
A partir de então me dediquei a trabalhar com automobilismo e mantive até agosto de 2010 o SuperLicença, site sobre o assunto. Neste mesmo tempo, fiz a assessoria de imprensa do projeto social Idéia Fixa, que ajuda famílias carentes do sertão nordestino.
Sempre gostei de escrever e na adolescência me dedicava mais aos versos e poemas. Depois passei a escrever pequenos romances.
Para o primeiro livro, escolhi criar uma história que se passasse em Viçosa. Esta foi uma forma de homenagear a cidade que me acolheu por seis anos, e onde fui muito feliz e passei alguns dos melhores momentos de minha vida.
Minha ligação com Minas Gerais é muito forte. Toda minha família é de lá, incluindo meus pais, e desde pequena viajava para o Estado nas férias e feriados. Sempre me senti metade carioca, metade mineira.
Juntamente com esta homenagem quis também prestigiar a pessoa que mais me incentiva e apóia: minha irmã Flávia. Tornei-a protagonista da história, mas não se engane: qualquer semelhança é mera coincidência. Em uma narrativa com muitos diálogos, tentei criar um enredo quase próximo ao real, em um romance que poderia acontecer com qualquer pessoa, inclusive você.





























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