A Noviça Rebelde (The Sound of Music)




Título original: The Sound of Music
Gênero: Musical
Duração: 172 min
Ano de lançamento: 1965
Direção: Robert Wise
Roteiro: Ernest Lehman, baseado no livro de Howard Lindsay e Russel Crouse 
Minha Avaliação: ♥♥♥♥ → Excelente


No final da década de 30, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça (Julie Andrews) que vive em um convento mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta das religiosas, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp (Christopher Plummer), que tem sete filhos, viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquistando o carinho e o respeito das crianças. Mas ela termina se apaixonando pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa.



A Noviça Rebelde (The Sound of Music) é um dos melhores musicais que já existiu. As músicas são maravilhosas, o cenário é lindo e os atores trabalharam maravilhosamente. 
E a história é verídica. Realmente existiu Maria, uma postulante que saiu do convento para trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp e cuidar de seus sete filhos. 
Maria se apaixona pelo capitão e acaba se casando com ele.
Durante o filme de quase três horas, dá para perceber o amadurecimento de Maria. No começo é uma garota atrapalhada que quebra todas as regras do convento e no final, Maria se torna uma mulher elegante.
É um filme fascinante. Todos devem vê-lo, eu mesma já vi três vezes.
Apesar de ser bem antigo (1965) é um filme que até hoje faz muito sucesso.
RECOMENDO!

(Clique na imagem para ampliar)

Image and video hosting by TinyPic



Principais prêmios e indicações:

Oscar 1966 (EUA)
  • Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor montagem, melhor som e melhor trilha sonora.
  • Indicado também nas categorias de melhor atriz (Julie Andrews), melhor atriz coadjuvante (Peggy Wood), melhor fotografia, melhor direção de arte e melhor figurino.
Globo de Ouro 1966 (EUA)
  • Vencedor nas categorias de melhor filme - comédia/musical e melhor atriz em comédia/musical (Julie Andrews).
  • Indicado nas categorias de melhor diretor e melhor atriz coadjuvante (Peggy Wood).
Prêmio Eddie 1966 (EUA)
  • Vencedor na categoria de melhor montagem.
BAFTA 1966 (Reino Unido)
  • Indicado na categoria de melhor atriz britânica (Julie Andrews).
_________________________________________________________________
Os verdadeiros Maria e Georg Von Trapp:
 _________________________________________________________________


9 comentários:

Débora Lauton disse...

Eu simplesmente amo esse filme... é tão lindo, fofo e tudo mais... ótima dica...
Ai, deu até vontade de assistir de novo...
beijos,
Dé...

Renata Cristina disse...

Também adoro esse filme.
Vi quando era criança e nunca imaginei que fosse gostar ... um grande engano!

Bjoss

Renata Cristina disse...

Aaahhh esqueci de comentar!
Não sabia que Maria e Georg Von Trapp eram reais!!
que lindo!! Minha veia romântica adora essas coisas *.*

Miss Carbono disse...

"Dó que tem dó de alguém. Ré, que anda para trás..."

Nunca vi esse filme mas sempre que ouço falar dele me lembro dessa música (e nessa versão mesmo hauahuahauhaa)

Culpa dos filmes do Didi, acho =P

teh mais

Kézia Lôbo disse...

Sei toda a historia por se r super popular, mas nunca tive a oportunidade de ver o filme ou assistir a peça, e olha que sou mega fã de musicais... Mas inda terei a oportunidade de ver! XD

Anônimo disse...

Olá,

minha irmã assistiu esse filme umas 500 vezes, essa musica fica sempre na minha cabeça. hahaha

Gabriela disse...

Apesar de não gostar muito de musicais, achei uma história interessante.

Fernanda disse...

Sou apaixonada por essa história. E lembro que fiquei besta da vida quando descobri que os Von Trapp existiram de verdade! :)

Bjoos

Maria Alice disse...

Chorei muito nesse filme.
LINDO!!!
Maria Alice.

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Copyright © Cantinho da Carolina | Modificado por Carolina Lopes